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Quando Cai o Raio - Meg Cabot

Olá amigos esse é um livro muito, mas muito gostoso de ler :) e lido bem rapidinho, dois dias^^


Jéssica narra a sua própria história e conta como foi atingida por um raio e começou a sonhar com pessoas desaparecidas, cujas fotos estavam estampadas em caixas de leite. E se não fosse só por isso, a sua vida se complica ainda mais com o governo interessado nela...
Meg Calbot é mega boa de se escrever ela tem um jeito que faz a gente se identificar com as personagens, como em a Mediadora que já falei aqui para vocês à alguns anos^^

A família de Jéssica é aquela típica família americana com problemas como qualquer outra família: A mãe de Jéssica é uma pessoa que dá nos nervos, sabe aquela mãe que só enxerga o que quer ver?
Douglas, o irmão mais velho, é esquizofrênico e o Irmão do meio Michael é um nerd (irmão do meio sofre, sendo um nerd então, já viu né...)
Jessica tem uma queda por Rob, um caipira bad boy, e por fim tem a Ruth, a melhor amiga de Jess e que sempre quer emagrecer para ficar mai popular, além de ser uma ávida leitora de livros (essa é das minhas) e a maior culpada pela situação de Jess que só voltou a pé da escola por causa da amiga que queria andar para queimar calorias.

O primeiro livro narra tudo que aconteceu, portanto meio que fica algo como uma introdução para dar boas vindas ao segundo volume...
Bem, não conto mais por que se contar vira spolier, afinal o livro tem 272 páginas, que para mim é curtíssimo. Quer saber mais, leia o livro. :D



Fique com a sinopse oficial:

Mandaram que eu escrevesse um relato, em primeira pessoa, sobre o que aconteceu comigo, falando toda a verdade e nada mais do que a verdade. Então tá. O que aconteceu comigo: fui atingida por um raio. Tudo culpa da Ruth, que resolveu que queria voltar da escola andando, para queimar uns quilinhos... Acabou que eu é quem fui queimada. Ninguém acreditou em mim, nem eu mesma, pra ser sincera. Eu não estava me sentindo mal, não tinha nenhuma marca ou machucado... Nem estava chamuscada! Mas logo as coisas começaram a mudar. Quando acordei no dia seguinte, de alguma forma sabia onde estavam as duas crianças cujas fotos estampavam a caixa de leite, aquelas do Disque-Desaparecidos, sabe? Pois é. Eu tinha certeza absoluta sobre onde elas estavam. O problema é que eu achava que estava fazendo uma coisa boa! Liguei para o Disque-Desaparecidos e avisei à simpática senhorinha onde estavam essas duas crianças, e depois mais outras... Até que dois não-tão-simpáticos agentes federais apareceram na minha escola para conversar comigo. Até parece! Agora sou foragida da justiça, tenho que ajudar um dos meninos que foram encontrados e ainda preciso disfarçar o quanto o motoqueiro da sala de detenção mexe comigo... Ainda bem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar... Certo


Um comentário:

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